segunda-feira, outubro 09, 2006

AEROSMITH - "Rocks" (1976)


Após uma longa pausa, estou de volta. Não sei se vou ter paciência de escrever muito, mas procurarei não deixar isso aqui desatualizado por tanto tempo.

Hoje, resolvi falar do melhor disco do Aerosmith: "Rocks", lançado em maio de 1976, depois do sucesso de "Toys In The Attic", do ano anterior

Pra quem não conhece a fase setentista da banda, eles tocavam um rock 'n' roll vigoroso, com fortes influências do blues. Era totalmente diferente da fábrica de baladas xaropes para a MTV em que o conjunto se tornou a partir dos anos 90. Portanto, se você ama "Cryin", pira o cabeção ao som de "Crazy" e acha "I Don't Wanna Miss A Thing" a mais bela canção de amor de todos os tempos (arrgh!), passe longe desse disco. Aqui não tem nada disso! É um disco de rock, pô!

As faixas vão do rock carregado de swing e funk em "Get the Lead Out" e "Last Child", passando pelas velozes "Rats in the Cellar" e "Lick and a Promise" e o blues pesado em "Sick as a Dog." Lógico que não poderiam faltar os gritos alucinados de Steven Tyler em "Back in the Saddle", que possui um riff cavalgado quase country. espaço para uma balada: "Home Tonight", porém mais melancólica e menos melosa do que a fase atual da banda. O grande destaque desse álbum é "Nobody's Fault", pela cadência, melodia e o clima dark que transmite.

Como o próprio título em inglês sugere: ROCKS (Esse disco é do car..!!!). Um disco que acabou de vez com as comparações com os Rolling Stones (pessoalmente, nunca achei nada parecido, só a boca grande dos vocalistas e o profundo apreço pelas "substâncias proibidas" que detinham os integrantes de ambas as bandas) e deu personalidade própria à trupe de Boston, que foi, nessa época, uma das melhores bandas do hard rock mundial.

LET THE MUSIC DO THE TALKING!!!

quarta-feira, abril 19, 2006

Enquete: qual o vocalista mais LINDO do rock?

A parada é duríssima, por onde eles passam (ou passavam, já que dois deles são falecidos) atraem a tietagem histérica das garotas que os veneram como deuses. Eis os galãs da disputa:


a) Dee Snider (Twisted Sister)
















b) Brian Johnson (AC/DC)











c) Geddy Lee (Rush)














d) Lemmy Kilmister (Motörhead)



















e) David Byron (Uriah Heep) - falecido













f) Joey Ramone (Ramones) - falecido

















g) Biff Byford (Saxon)

quarta-feira, março 29, 2006

Você precisa conhecer em Belém


- O mau-humor da garçonete/dona do Budega;

- As cadeiras com cheiro de c* do Toc-Toc da Doca;

- A Cerpa QUENTE do Café Imaginário;

- O lema "o cliente está sempre errado" do Habib's;

- As malucas operações matemáticas feitas na conta do Pizza Hut;

- Ouvir: -Acabou a cerveja, às 22h no Jungle;

- Também ouivr: - Se não estiver no happy-hour não pode consumir nada, no Amazon Beer;

- O couvert artístico mais caro que a pizza da Vitória (Icoaraci);

- O X-gordura do Big Mengão;

- O "pitiú" que paira no ar no Asahi (Av. Gov. José Malcher);

- As formigas na terra embaixo da sua mesa do Churrasquinho do Japa (Rod.Augusto Montenegro);

- O interminável reggae do Santa Fé;

- O "descontão" que a dona do Arapuca's (Av.Dr. Freitas, próximo à casa do Orla) faz na compra de uma grade de cerveja.

QUE BELEEEEEZA!!!

Ps: quem tiver mais dicas gastronômicas ou culturais, deixe nos comentários ;)

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segunda-feira, março 27, 2006

AOR


Mas o que diabo significa AOR? Essa é a sigla de Adult Oriented Rock (rock orientado para adultos) ou Arena Oriented Rock (rock orientado para arenas), isto é, um rock comercial (feito para tocar nas rádios), melódico, carregado em refrões, riffs de guitarra e teclados (bastante teclados!!!). Assemelha-se bastante ao rock "farofa", só que este aproxima-se mais do heavy metal, enquanto que no AOR predominam o pop e as baladas açucaradas.

Foi o som característico dos anos 80, principalmente nos filmes produzidos nos EUA (Férias do Barulho, A Garota de Rosa-shockin', Rocky IV, Clube dos Cinco, Footloose, etc) e nas propagandas de cigarro que mostravam jovens saudáveis praticando esportes radicais, aventura e adrenalina na veia (uhuu!!).

Nos dias atuais, apesar de sua total decadência, o estilo ainda sobrevive no underground saudosista e nas rádios classic rock americanas. Porém, sem o mesmo apelo popular que o tornou a moda (ou a "praga") da década oitentista. A seguir, alguns artistas representativos do gênero e suas músicas de maior sucesso:

Boston: More Than A Feeling (1976);

Styx: Babe (1979) e The Best Of Times (1980);

Kansas: Dust In The Wind (1977), Point Of Know Return (1977) e Play The Game Tonight (1982);

Journey: Don't Stop Believin' (1981), Separate Ways (1983), Be Good To Yourself (1986) e Ask the Lonely (1988);

Asia: Only Time Will Tell (1982) e Heat Of The Moment (1982);

Heart: These Dreams (1985) e Alone (1987);

Foreigner: Waiting For A Girl Like You (1981) e I Wanna Know What Love Is (1984);

Survivor: Eye Of The Tiger (1982), Moment Of Truth (1984), I Can't Hold Back (1985) e Burning Heart (1985);

Toto: Hold The Line (1978), Rosanna (1982), Africa (1982) e I'll Be Over You (1986);

King Kobra: (Never Say Die) Iron Eagle (1986)

Quem estiver interessado nas "preciosidades", pode procurar na net ou me pedir, já que adoro essas breguiçes toscas.

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sexta-feira, março 10, 2006

Grandes vocalistas: GLENN HUGHES


Glenn Hughes nasceu em 1952, na Inglaterra. Aos 16 anos, montou a banda Trapeze e entrou para o mundo da fama como vocalista e baixista. Eles lançaram três álbuns, sendo que o melhor é "You Are The Music, We’re Just The Band" (1972).

Em 1973, foi convidado pelo tecladista Jon Lord para substituir o baixista Roger Glover no Deep Purple. O guitarrista e temperamental Richie Blackmore, não aceitou que Hughes assumisse também o posto de vocalista (Ian Gillan também havia deixado o conjunto), pois achava que ele brilharia mais do que o resto da banda. Assim, recrutou um ex-balconista de uma loja de roupas, David Coverdale (que anos mais tarde montaria o Whitesnake), para assumir os vocais.

Assim, lançaram o disco "Burn" (1973) e "Stormbringer" (1974). A combinação do timbre bluesy de Coverdale com a versatilidade e os agudos ilimitados de Hughes tornou-se uma das maiores características do Deep Purple. Hughes levou a banda para uma direção mais funky, ratificada com o álbum "Come Taste The Band" (1975), já contando com o guitarrista Tommy Bolin, no lugar de Blackmore.

Foi nessa época que Hughes e Bolin tornaram-se grandes amigos e, infelizmente, parceiros no vício das drogas. Reza a lenda que, durante as turnês, a banda viajava pelos EUA de avião, enquanto os traficantes seguiam de van pela estrada, para suprir o fornecimento de cocaína e heroína para a dupla. Ironicamente, Bolin morreu de overdose de heroína em 1976, precipitando o fim do Deep Purple.

A partir daí, Hughes lançou seu primeiro disco solo, "Play Me Out" (1977), e sumiu, afundado-se de vez nas drogas.

Em 1986, entrou para o Black Sabbath, onde gravou o disco "Seventh Star". Todavia, devido ao avançado estágio de dependência química, brigou com um roadie, levando um soco no nariz que lhe causou uma hemorragia seríssima (o sangue escorria para a garganta, praticamente impossibilitando-o de cantar). Dessa forma, só participou, no sacrifício, de 5 (cinco) shows da turnê de divulgação.

Apenas em 1992, já totalmente limpo e livre do vício, Glenn retomou sua carreira solo, lançando uma série de discos, nos mais diferentes estilos: blues em "Blues" (1992); hard rock "farofa" em "From Now On" (1993) e "Burning Japan Live" (1994); soul e funk com "Feel" (1995) e "Addicted" (1997) e o mais puro rock com "Return To Crystal Karma" (2002) e "Songs In The Key Of Rock" (2003).

Isso sem contar suas participações como convidado em trabalhos de outros músicos e projetos como Phenomena, Voodoo Hill e HTP, ao lado do também ex-Deep Purple, Joe Lynn Turner.

Quem gosta de um rock and roll vigoroso, recheado de influências das mais diversas, como o funk (não é o carioca, pelamordedeus!), soul, blues e pop, não pode deixar de conferir o competente contra-baixo e a impressionante voz desse cara, apelidado sabiamente de "The Voice of Rock".

Uma curiosidade: em 2001, foi noticiado que Glenn Hughes havia morrido, o que causou uma confusão danada. Na realidade, o falecido foi outro Glenn Hughes, cantor do grupo macho men Village People, vítima de AIDS.

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segunda-feira, março 06, 2006

Grandes guitarristas: STEVE VAI


Steve Vai nasceu nos Estados Unidos em 1960 e estudou guitarra no Berklee College of Music. Ele jamais escondeu sua admiração por Frank Zappa, admiração essa que o fazia passar horas e horas quebrando a cabeça para transcrever a clássica The Black Page Nº 1. Em 1979, ao terminá-la, fez uma demo onde a tocava (dizem que Steve a gravou com o dobro da velocidade da original!), e junto à transcrição, enviou-a em uma carta endereçada a Zappa.

Ao ouvi-la, Zappa ficou impressionado com a habilidade incomum do garoto, e o chamou para se juntar à sua banda. Vai gravou vários discos com Zappa como "You Are What You Is" e "The Man From Utopia", todos do período entre 1980 e 1983. Sendo membro importante da banda de Zappa, fez turnês onde o mestre o apresentava como o responsável pelas "impossible guitar parts" (partes impossíveis da guitarra). De seu ídolo, ele absorveu muito, fato demonstrado no seu primeiro trabalho solo, "Flex-able" (1984).

Em seguida, Vai substitui Yngwie Malmsteen no Alcatrazz, gravando o disco "Disturbing The Peace" (1985);

Depois, fez uma participação especial no filme "A Encruzilhada" (Crossroads, 1986) que conta a história de um estudante de violão clássico (Ralph Macchio, o Daniel Sam de "Karatê Kid") que busca a fama. O seu maior ídolo é o bluesman Robert Johnson e como se dizia que este não havia gravado sua trigésima música, o rapaz decide encontrar e gravar a tal música para lançar sua carreira. O momento clássico é o "duelo" de guitarras entre Macchio e Steve Vai (que interpreta uma espécie de braço direito do diabo).

Daí pra frente, o cara virou mega-star, destronando do reinado guitarrístico o, até então, unânime Eddie Van Halen quando, ironicamente, foi chamado pelo vocalista David Lee Roth, ex-vocalista do próprio Van Halen (aquele da música Jump), para integrar sua banda solo de 86 a 88. (Nota: no carnaval, passou o clipe de Yankee Rose, desta época, numa maratona da MTV).

Entre 89 e 90, gravou e participou da turnê do disco "Slip Of The Tongue" do Whitesnake. Seguindo, definitivamente, em carreira-solo desde então.

Pra quem gosta de guitarra ultra-técnica e liberdade estética musical, indico o segundo e melhor disco solo dele, lançado em 1989: "Passion And Warfare".

Além de tocar, Vai também canta em seus discos. Outra curiosidade, é que o rapaz tem um modelo próprio de guitarra feito pela marca Ibanez, o JEM7V, de 7 (sete) cordas!!!

Fora isso, ele é também bem poser: faz meditação oriental zen, usa roupas e óculos espalhafatosos, e nos shows, exige um ventilador no chão do palco para que seus cabelos fiquem esvoaçando. Em 2004, ao vir ao Brasil, uma de suas exigências de camarim eram xampús e condicionadores específicos para cabelos oleosos. Ou seja, é um ser VAIdoso.

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PINK FLOYD - "The Final Cut" (1983)


Esse é o disco mais controverso de toda a carreira do Pink Floyd: odiado pela maioria, adorado por poucos, sempre foi considerado quase um disco-solo do baixista/vocalista Roger Waters. Mas essa predominância já vinha desde o multi-platinado The Wall (1979), quase inteiramente composto por ele. As gravações foram marcadas por muita tensão e brigas entre os integrantes, culminando com a demissão do tecladista e membro fundador Richard Wright.

O que mais incomodou os fãs foi o fato dos outros componentes figurarem basicamente como "músicos contratados". Há também pouca ênfase nas guitarras (há muita orquestra, isso sim). Porém, quando aparecem, os solos de David Gilmour (que só canta em "Not Now John") continuam marcantes, como em "The Fletcher Memorial Home".

O clima das canções é denso, triste e depressivo (não indico sua audição a quem possui tendências suicidas), porém, de uma riqueza lírica singular. Todo o disco trata sobre os prejuízos da guerra e sobre o desperdício de vidas humanas feito pelos governantes. Visto que o pai de Roger Waters morreu em combate na 2a. Guerra Mundial, fica óbvio que este álbum é bastante autobiográfico. As pequenas faixas de tecido colorido da capa tratam-se de condecorações a soldados. O subtítulo do cd é "A requiem for the post war dream" ("uma elegia para o sonho do pós-guerra").

Pra mim, é uma obra subestimada e injustiçada, que precisa ser "digerida" com atenção do ínicio ao fim, para que todo o seu conceito seja entendido. É o meu favorito, junto com o Animals (1977).

Após o lançamento, Waters saiu da banda e partiu para a carreira solo, iniciando um processo judicial contra os remanescentes para que o nome "Pink Floyd" não fosse mais usado. Não preciso dizer que ele perdeu a causa né?

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terça-feira, fevereiro 14, 2006

Falta de tempo e crise

Aos meus dois ou três leitores:

Ando afastado deste blog nos últimos tempos. Além de estar realmente trabalhando (até que enfim! Né, seu Ema?), entrei numa profunda crise de idéias, ou melhor dizendo, falta de criatividade.

Ando com a cabeça a mil por hora e não consigo pensar em nada interessante para "bostar" aqui. Nem mesmo as já batidas resenhas de discos que só eu escuto e aprecio estão saindo.

Coloco um cd e prestar atenção que é bom, nada. Acho que é stress. Até de beber eu estou afastado. O que será isso, meu Deus? Talvez sejam os astronômicos gastos que eu tive nesse início de ano: seguro e revisão do carro, anuidade da OAB, cartão de crédito, etc. Deve ser frescura então, sei lá.

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quinta-feira, janeiro 26, 2006

Clássicos do metal farofa: BON JOVI - "Slippery When Wet" (1986)


Muito antes de Jon Bon Jovi virar o sexy symbol, ator e mega-star da atualidade, ele tinha uma banda que tocava hard rock, se vestia com roupas coloridas e seu cabelo era tão armado que qualquer um podia jurar que estava diante de um cover da Tina Turner (!)

Em 1986, o conjunto americano lançou o seu terceiro e melhor disco, contendo os hits "You Give Love A Bad Name", "Livin' On A Prayer", a country "Wanted Dead Or Alive" e a balada mela-cueca "Never Say Goodbye". Outros destaques são as rockers e esquecidas: "Raise Your Hands" (com um riff de guitarra matador, mostrando que Ritchie Sambora também era um guitar hero), "Let It Rock" e "Wild In The Streets", que fecha o álbum.

Foi um verdadeiro estouro de vendas, porém usando uma fórmula diferente de fazer rock pesado: Ao contrário das outras bandas glam da época, como Mötley Crue, Poison e Dokken, cuja temática girava em torno de "sexo, drogas e rock 'n' roll", o quinteto de New Jersey abordava o amor e suas dificuldades, o que fez muita gente ouvir e se identificar (as pessoas adoram uma dor-de-cotovelo).

Após esse cd, a banda ainda lançou o bom "New Jersey" em 1988. Porém, foi freando gradativamente a veia rock 'n' roll de seu som, investindo cada vez mais nas baladas românticas nos discos posteriores. Se por um lado conquistaram fama, milhões de fãs e dinheiro, ganharam também o preconceito implacável dos mais radicais. Uma pena...

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quarta-feira, janeiro 25, 2006

Clássicos do rock: QUEEN - "A Night At The Opera" (1975)


A Night At The Opera foi o quarto álbum da carreira do Queen e o primeiro a vender mais de 1 milhão de cópias, tendo permanecido por 17 semanas no topo dos ‘charts’ britânicos.

Com uma grande produção de Roy Thomas Baker, as músicas refletem o espírito da banda naqueles tempos: rock pesado com "I'm In Love With My Car"; baladas românticas com "Love Of My Life" (aqui em uma versão bem diferente da acústica, imortalizada nos shows da banda) e "You're My Best Friend"; experimentalismo com "The Prophet's Song" e folk com " '39".

É deste disco, também, a irretocável "Bohemian Rhapsody". Esta canção épica, com seus vocais operísticos e mais de seis minutos de duração, foi eleita recentemente a melhor música do rock'n roll em todos os tempos. Alguns afirmam que o vídeo-clipe desta música foi o primeiro a ser produzido na história.

Esse é um perfeito começo para quem ainda não possui nenhum ítem da enorme discografia do conjunto liderado por Freddie Mercury.

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segunda-feira, janeiro 23, 2006

Poderia ter sido pior


Sempre fui taxado de pessimista pela minha mãe. Na verdade, modéstia à parte, sou realista e quase sempre acabo acertando.

Ontem teve clássico e eu já esperava pelo desfecho. Apesar do adversário ter merecido a vitória (indiscutivelmente muito superior) e de uma certa má vontade da arbitragem, ficou latente a atual PÉSSIMA qualidade técnica, tática e física do Paysandu.

Parabéns à nossa torcida que, pode até não ser a maior, nem receber todo o "confete" da mídia, mas compareceu em excelente número, vide a realidade complicada pela qual o time passa.

É preciso melhorar muito para que a situação seja revertida. Mas ainda dá tempo, eu acredito ;)

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quarta-feira, janeiro 18, 2006

Já fui um psicopata


Calma, gente! Nunca tive instinto assassino, nem quis torturar alguém (exceto uns e outros pernas-de-pau que já jogaram no meu time de coração).

Ocorre, que tive uma ex-namorada que me chamava por esse termo maligno. E ainda relatava isso para qualquer pessoa. Por que? Minha mania de organização e limpeza. O meu quarto era um "brinco", a cama tinha que estar sempre arrumada, as camisas enfileiradas por cor no cabide do guarda-roupas, as fitas de vídeo posicionadas na vertical (mofou tudo!) e o principal argumento da moça: os milhares de cd's organizados em ordem alfabética (!!!)

Pra quem não sabe, já fui um ávido e compulsivo consumidor de discos. Comprava, em média, cinco por mês (naquela época não existia a "santa" internet banda larga e seus maravilhosos e-mules e soulseeks da vida).

Acompanhe a situação: ia numa loja, comprava um disco do AC/DC de 1999 e outro do Jeff Beck de 1975. Chegava em casa, os cd's todos organizadinhos, bonitinhos, de A a Z. Lá ia eu, tirando um por um, colocando as novas aquisições não só em ordem alfabética, mas em ordem cronológica de lançamento. Imagine o trabalho que isso dava. Mas, eu, lunático, achava tudo normal, obviamente.

O fato é que repeti essa operação incontáveis vezes. Havia, inclusive, o "sábado da faxina", quando retirava-os da estante para "passar um paninho" e tirar a poeira. Virei até tema de matéria de jornal, escrita por um grande amigo de Fortaleza, tenho guardada a edição aqui.

Com o passar dos anos, fui perdendo essa mania. Talvez por trauma, não sei. Hoje em dia, é tudo uma bagunça: minha cama passa dias amarrotada, as roupas nem sempre vão para o armário e não existe possibilidade de arrumar os disquinhos, não tenho mais espaço para porta-cds (nem saco). Até minha mesa do escritório é um desastre: pilhas e pilhas de pastas e papéis. Nunca mais consegui ser organizado.

Bom, vou me despedindo pois acabou de chegar um sedex com uns cd's que encomendei e...

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terça-feira, janeiro 17, 2006

A ditadura da balada


Chega a sexta-feira. Tem início a explosão de mensagens no MSN, Orkut e telefones celulares combinando a "onda" do fim de semana.

- Onde será que vai 'bombar' hoje?.

- Hoje é Metrô.

- Humm, parece que vai rolar um lual na casa do "fulano", vai toda a galera.

- Vou fazer um 'esquenta' no Jungle, qualquer coisa me liga depois.

Não existe pecado maior do que ficar em casa "batendo na pedra". Experimente dizer que você lerá um livro, alugou uns dvd's pra ver com a namorada ou simplesmente quer descansar depois de uma semana desgastante de trabalho. Quer coisa mais loser do que isso? Você precisa sair, de qualquer jeito. E ainda tem que exaltar a "glória" alcançada:

- Nossa, 'o que foi' aquela festa ontem, hein?

- Tava todo mundo 'demais', cara!

- Foi tudo de bom, uhu!

Nada mais irritante do que essa auto-afirmação exagerada. Posso até parecer chato e "do contra" (e sou mesmo), mas, no próximo fim de semana, não me perguntem "qual a boa" ou "onde é hoje". Vou ficar em casa dormindo e pronto!

segunda-feira, janeiro 16, 2006

"Hits" que não aguento mais ouvir


Another Brick In The Wall - Pink Floyd;

Rock And Roll All Night - Kiss;

Iron Man - Black Sabbath;

The Number Of The Beast - Iron Maiden;

Smoke On The Water - Deep Purple;

Have You Ever Seen The Rain - Creedence Clearwater Revival;

Stairway To Heaven - Led Zeppelin;

Roundabout - Yes;

Blitzkrieg Bop - Ramones;

Twist And Shout - The Beatles;

(I Can't Get No) Satisfaction - Rolling Stones;

Purple Haze - Jimi Hendrix;

I Want To Break Free - Queen;

Dust In The Wind - Kansas;

Mr. Crowley - Ozzy Osbourne;

Carry On - Angra;

Cocaine - Eric Clapton;

Light My Fire - The Doors;

The Unforgiven - Metallica;

Cryin', Crazy & I Don't Wanna Miss A Thing - Aerosmith

Always - Bon Jovi;

Is This Love? - Whitesnake;

Breaking The Law - Judas Priest;

Imagine - John Lennon;

Sultans Of Swing - Dire Straits;

With Or Without You - U2;

You Really Got Me - Van Halen;

Patience - Guns 'n' Roses;

Every Breath You Take - The Police;

Kayleigh - Marillion;

Basket Case - Green Day;

Wonderwall - Oasis;

Losing My Religion - R.E.M.;

Crazy - Seal;

...e mais uma "cacetada" de sucessos dos mais variados "medalhões" do rock 'n' roll.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

O perfil mais original do Orkut



Quem sou eu: Falar de mim é um pouco complicado, mas sou uma pessoa legal, agradável, sincera, amiga dos amigos, que odeia falsidade e traição.

Paixôes: minha família, meus amigos, beijar, Deus e em especial: a vida!

Esportes: levantamento de garfo e copo, mas prentendo malhar

Atividades: estudar, namorar e sair pra balada

Livros: Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia Marques; Harry Potter - JK Rowling; Código Da Vinci - Dan Brown; Brida - Paulo Coelho

Música: sou eclético(a), curto de tudo um pouco, mas prefiro MPB, Pop Rock Nacional e um reggaezinho.

Programa de TV: não assisto TV, credo!

Filmes: Titanic; O Senhor dos Anéis 1, 2 e 3; O Sexto Sentido, American Pie (todos!!); Efeito Borboleta; Matrix

Cozinhas: Japonesa, Italiana e a Paraense

terça-feira, janeiro 10, 2006

As frases mais originais do novo BBB


- Minha tática é ser eu mesmo, odeio falsidade;

- Quando entro num jogo é pra ganhar;

- Não jogo, não faço parte de "panelinha" e pretendo ser amigo de toda essa galera maravilhosa e "do bem";

- Não pretendo seguir carreira de atriz ou modelo, quando sair daqui vou retomar minha vida normal;

- Ah! Só se fosse por (x)entos mil reais, preservo minha intimidade; (sobre posar nua/nu)

- Tenho alguém lá fora;

- Me dá um abraço, tô tão carente; (o autor da frase acima, embaixo do edredom)

- Uhuuu!!! Bial;

- Adoro o (a) "Fê"/ "Rô"/ "Gugu"; (apelidando algum "grande amigo" feito na casa)

- Essa semana vai ser punk, esse paredão vai surpreender muita gente;

- Não suporto mais o (a) "Fê"/ "Rô"/ "Gugu";

- Vou votar no (a) "Fê"/ "Rô"/ "Gugu" por falta de afinidade; (no confessionário)

- Não é o público que vai decidir, é Deus; (o "emparedado" falando sobre o paredão)

- Mãeeee, paiii, Rosinhaaaa, Pedrinhooo! Amo todos vocêêês (choro copioso); (em noite de decisão, ao filmarem a platéia)

- Muita sorte pra você, és uma pessoa iluminada que vai brilhar muito lá fora, essa casa já tava sendo pequena para o seu talento; (consolando quem foi eliminado);

- Uhuuuu!! Bial

sábado, janeiro 07, 2006

Troféu Emmerson Nogueira

Não é só o famigerado cantor mineiro que ganha a vida tocando música dos outros. Alguns nomes consagrados do rock já se renderam às inúmeras influências de suas carreiras, inclusive algumas inusitadas. Para também dar minha contribuição ao plágio (ops!), "surrupiei" o título desse post do prêmio oferecido no programa Covernation da MTV. Tentei recordar alguns e reuni abaixo, os ábuns de covers que mais me agradaram:

Apocalyptica - Play Metallica By Four Cellos (1996)
Quatro violoncelistas filandeses influenciados pelo heavy metal e música clássica resolveram tocar clássicos do Metallica. O resultado ficou bastante interessante, pois não houve perda do peso, nem tampouco da atmosfera das composições, garantido uma certa originalidade ao produto final. Foi um verdadeiro sucesso, vendendo cerca de 350 mil cópias no mundo




Jeff Healey Band - Cover To Cover (1994)
Deficiente visual e dono de um estilo inconfundível de tocar sua guitarra no colo, tal como uma guitarra havaiana, Jeff Healey coveriza com maestria alguns blues como "Stop Breaking Down" (Robert Johnson), "Highway 49" (Big Joe Williams) e "I'm Ready" (Willie Dixon) entrelaçados com pérolas do rock and roll como a balada "Angel" (Jimi Hendrix), "Shapes Of Things" (Yardbirds), "Communication Breakdown" (Led Zeppelin) e a obscura "Yer Blues" (Beatles).


Michael Schenker Group - Heavy Hitters (2005)
O guitarrista alemão, ex-Scorpions e UFO, recrutou um time de vocalistas estrelas do hard/heavy como Joe Lynn Turner (Rainbow), Jeff Scott Soto (ex-Yngwie Malmsteen), Paul Di'Anno (ex-Iron Maiden), Sebastian Bach (ex-Skid Row) para recriar alguns clássicos do rock, entre eles: "Money" (Pink Floyd); "All Shook Up" (Elvis Presley); "I Don't Live Today" (Jimi Hendrix) e "War Pigs" (Black Sabbath). Todas com a pegada característica do mestre da Gibson Flying V.

Rush - Feedback (2004)

O trio canadense apostou em oito covers de bandas do final dos anos 60: a pesada "Summertime Blues" (Eddie Cochran); "Heart Full Of Soul" e "Shapes Of Things" (Yardbirds); as hippies "For What It’s Worth" e "Mr. Soul", do Buffalo Springfield, a ótima e esquecida "The Seeker" (The Who); "Seven And Seven Is" (Love) e a clássica do blues "Crossroads" (Robert Johnson). Aqui eles deixam de lado a virtuose e o hard rock progressivo, para com feeling bluesy e muita classe surpreenderem até quem não vai muito com a cara da banda.

Eric Clapton - From The Cradle (1994)

Colocanto todo o seu estilo guitarrístico e vocal em grandes clássicos do blues, o mestre Clapton gravou, na minha opinião (e de muitos fãs) seu melhor álbum. Faixas brilhantes não faltam, entre elas: "Hoochie Coochie Man" e "Groaning The Blues" de Willie Dixion (lembrado e homenageado por quase toda nata do rock mundial, de Led Zeppelin a Megadeth), a nervosa "Blues Before The Sunrise" e "How Long Blues" de Lerroy Carr. Quem gosta de guitarra bem tocada e melodiosa, não pode deixar de conferir esse disco.

Paul McCartney - Run Devil Run (1999)

O repertório deste cd é composto, em sua grande maioria, de standards do rock 'n' roll dos anos 50, isto é, a essência do som dos Beatles. E Paul ainda chamou ninguém mais, ninguém menos do que o guitarrista David Gilmour (Pink Floyd) e o baterista Ian Paice (Deep Purple), entre outros, para desempenhar um trabalho impecável. E tome versões de Carl Perkins, Elvis Presley, Fats Domino, Chuck Berry, etc. Sensacional, adoro esse álbum.

Matanza - To Hell With Johnny Cash (2005)

Esta banda de hardcore/rockabilly/country carioca foi uma de minhas gratas surpresas em 2005. Um som divertido, pra cima, com letras bem engraçadas e inteligentes, sem esquecer da boa técnica dos músicos (coisa difícil nesse estilo). Como o título sugere, eles "exorcizaram" músicas do falecido cantor americano Johnny Cash. Os destaques são: "Cry, cry, cry", "Wide open road", a quase thrash "Don't take your guns to town"; "Five feet high and rising" e "San Quentin", tudo sem deixar de lado a beleza das gravações originais.

Joe Lynn Turner - Under Cover (1997)

À sombra de Ronnie James Dio no Rainbow, Jeff Scott Soto na banda do Yngwie Malmsteen e tendo participado de uma frustrada formação do Deep Purple (substituindo Ian Gillan no disco Slaves And Masters de 1990), Joe Lynn Turner sempre foi meio injustiçado, justamente por "pegar o bonde andando" quando entrou nas bandas citadas. As críticas sempre foram pesadíssimas, principalmente devido à característica de sua voz: meio afetada e pop. Aqui, o rapaz resolveu homenagear: Grand Funk ("We're An American Band"), Cream ("Sunshine Of Your Love"), Jimi Hendrix ("Freedom"), Free ("Fire & Water") e suas ex-bandas: Deep Purple ("Hush") e Rainbow ("Street Of Dreams"), etc. Apesar de ter ficado meio "farofinha", o resultado denota competência e ficou bem agradável até.

Como diz a vinheta do já citado Covernation: "Um garoto conhece o rock, compra uma guitarra, uma revista de cifras e monta uma banda de covers". Pelo visto acima, nada mais natural e verdadeiro, não é mesmo?

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sexta-feira, janeiro 06, 2006

E vem aí...


Em Maio, chegará às telas a versão cinematográfica de "O Código Da Vinci" (The Da Vinci Code), adaptação do best-seller homônimo do escritor Dan Brown. Para o papel principal foi escolhido Tom Hanks (Forrest Gump, Apollo 13, Filadélfia) e a direção ficou a cargo de Ron Howard (Uma Mente Brilhante, Apollo 13, Cocoon).
Fico aqui imaginando o rebuliço que vai causar: corre-corre aos cinemas e comentários do tipo: "Já vistes o Código Da Vinci?", "Menino, essa Igreja Católica é f... mesmo" ou "Gostei mais do livro" e toda aquela febre de empolgados (olha a redundância) colocando-o entre seus favoritos no perfil do orkut.
O fato é que depois do "A Paixão de Cristo" (The Passion Of Christ, 2004) ficou provado que religião vende e ninguém fica indiferente à mesma. Que dirá um livro que causou tanta polêmica no Vaticano, por contar uma outra versão da milenar história do Messias e supostas mensagens subliminares em obras de artistas famosos.
Muita qente que conheço leu, eu também li. É divertido, admito. Como entretenimento é nota 10 pois, ao usar uma linguagem de fácil assimiliação e uma narrativa dinâmica, prende a atenção do leitor, que praticamente o "devora" rápido. Todavia, alguns confundiram ficção com realidade, acreditando nos mirabolantes fatos, teorias e conspirações citados na trama. Inclusive foi lançada uma avalanche de livros que pegaram carona no sucesso, procurando "decodificar", "analisar", "desmentir" e até mesmo copiar o original. É só um romance, pessoal!
De qualquer forma, apesar de todo hype, deverá ser um filme bem legal. É esperar pra conferir, após o stress de enfrentar aquelas filas intermináveis e o cheiro de pipoca "impestando" tudo no Moviecom...
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quarta-feira, janeiro 04, 2006

Cinco dicas rápidas para tornar-se "cult"


1) Seja amante da arte: Não estou falando da cultura destinada às massas, lógico. Essa você deve abominar. Portanto, esqueça livros populares como "Código Da Vinci" e "O Alquimista" pois o cult lê autores como Dostoievski, Nietzsche, Saramago e outros de difícil assimilação ao público "idiotizado".

Frequente e aprecie museus, exposições, peças de teatro experimental, recitais, sarais, rodinhas de chorinho com senhores cinquenta anos mais velhos que você, etc. Falando em música: seja fã de bossa nova, jazz tradicional, MPB, Chico Buarque (esse sim, o verdadeiro "Rei"), MPP, Los Hermanos e qualquer outro rock anti-mídia e/ou "lado b".

Nunca se renda ao cinema hollywoodiano! Steven Spielberg é um comerciante, boas são as críticas feitas nos filmes de Michael Moore. Idolatre o cinema europeu e procure entender todas as mensagens transmitidas naquele filmaço da República Tcheca que você assistiu no Cine-Estação.

Também não conheça detalhes de assuntos do domínio popular, como o novo BBB ou a novela das oito. Você não assite à canais abertos já que na sua TV só passa GNT, People & Arts, Discovery e Eurochannel.


2) Seja o mais politicamente correto possível: Rejeite piadas de humor negro ou que contenham qualquer cunho preconceituso. Não coma carne vermelha e, se possível, seja vegetariano. Doe alimentos e livros no natal, participe da alguma ONG, use camisinha e não use drogas ilegais. Não seja ateu, nem religioso, apenas mantenha-se harmônico com seu "lado espiritual". Faça Ioga.

3) Visual: Use roupas kitsch ou retrô compradas em bazar (pode ser no shopping mesmo), calce tênis All-Star ou sandálias de dedo em couro. Use boina, óculos de armação grossa, pulseira de palha e qualquer outro acessório alternativo.

4) Seja de esquerda: Militante ou não, odeie Bush e o neo-liberalismo, diga que Lula cuspiu no prato que comeu, use bótons e camisetas com a foto de "Che" e estude Ciencias Sociais ou Filosofia em Universidade (PÚBLICA, por favor!)

5) Seja triste, depressivo e tenha tendências suicidas: passe o dia refletindo sobre a razão da existência. Veja sempre o lado ruim das coisas. Sempre que possível, deixe bem claro o quão solitário é... mostre ao mundo quanto toda essa medíocridade a sua volta o deprime.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Sessão da tarde



Atualmente, não tenho tempo para ficar vendo filme após o almoço e, quando sobra algum, acabo cochilando (meu organismo sempre procura recuperar uma noite mal dormida). Como dizem que vivo do passado, irei citar alguns filmes que sempre assistia à tarde. São toscos, ultrapassados e batidos, eu sei. Porém, têm um valor sentimental na minha vida (que piegas isso!)

Os Caça-fantasmas (Ghostbusters, 1984): Três pára-psicólogos frustrados (Bill Murray, Dan Aykroid e Harold Ramis) resolvem criar um esquadrão para o combate aos fantasmas que assolam Nova York.

De Volta para o Futuro (Back To The Future, 1985): Um adolescente (Michael J. Fox) volta aos anos 50, na época em que seus pais se conheceram, através de uma máquina do tempo adaptada em um carro por um cientista maluco (Christopher Lloyd).

O Enigma da Pirâmide (Young Sherlock Holmes, 1985): Sherlock Holmes e Watson se conhecem durante a escola em Londres, e têm de desvendar seu primeiro caso.

Indiana Jones e o Templo da Perdição (Indiana Jones And The Temple Of Doom, 1984): O arqueólogo Indiana (Harrison Ford) viaja até a Índia para libertar uma aldeia de uma seita macabra.

Trocando as Bolas (Trading Places, 1982): Eddie Murphy é um mendigo que troca de lugar com um alto executivo (Dan Aykroid) por causa de uma aposta de um dólar de dois velhos milionários.

Estranhos Vizinhos (Neighboors, 1981): Um homem entediado (John Belushi) tem sua tranquilidade ameaçada quando um maluco (Dan Aykroid) e sua provocante esposa Ramona se mudam para a casa ao lado.

Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off, 1986): Um adolescente (Mathew Broderick) finge estar doente, para faltar um dia de aula e aproveitar as maravilhas da cidade, em companhia da namorada e do melhor amigo.

Apertem os Cintos...O Piloto Sumiu (Airplane, 1980): Sátira aos filmes-catástrofe. Após consumir comida estragada, toda a tripulação de um avião passa mal. Mas há um atrapalhado ex-piloto entre os passageiros.

Top Secret - Super Confidencial (Top Secret!, 1984): Um astro do rock americano (Val Kilmer) vai à Alemanha Oriental para um show, mas acaba se envolvendo com um grupo de conspiradores do regime comunista.

Rocky III (Idem, 1982): O campeão de boxe Rocky Balboa (Sylvester Stallone) é treinado por seu antigo rival, Apollo Creed (Carl Weathers), após perder o título para Clubber Lang (Mr. T).

Rapaz Soltário (The Lonely Guy, 1984): Steve Martin é um escritor que resolve escrever um livro sobre como ser solitário

Menção honrosa: O Feitiço de Áquila (Lady Hawk, 1985)